segunda-feira, agosto 27, 2007

Bon-Odori Salvador 2007! Horrível!


No dia 25 de Agosto, sábado, a Associação Cultural Nippo-Brasileira de Salvador (ANISA) promoveu o Festival Anual da Cultura Japonesa - XVI Bon-Odori de Salvador. O Bon ou Obon é uma celebração de origem budista comemorada no mês de julho ou agosto. Na crença do povo nipônico, acredita-se que os espíritos dos antepassados retornam à terra uma vez por ano no dia do Obon. Bon-Odori (Odori – dança) é a festividade em que através de danças folclóricas são louvados os espíritos dos antepassados.
Fonte: www.acpromocoeseeventos.com/

Animado com o sucesso do ano passado eu caí na besteira de ir ao evento este ano... a seguir minhas observações!
Em 2006 o evento foi um sucesso... realizado na área aberta da ABB em Piatã tinha muito espaço (espaço de sobra) para as milhares de pessoas que visitaram o evento aproveitarem a culinária, música e dança!

Não entendo como tendo em vista o sucesso do ano passado, deciram por realizar o evento deste ano no Espetáculo (Sede de Praia do Bahia). O espaço era pequeno, muito apertado, muito calor, não tinha espaço nenhum para dançar... o que no ano passado tinha sido uma enorme roda de pessoas dançando este ano foi reduzido a um espaço ridículo e totalmente inapropriado para o porte do evento e que deixou muito a desejar.


Eu nem sequer conseguir ver a dança direito... isso do alto do meu 1,86m de altura... dança então nem se fala... as pessoas estavam amontodas e sinceramente não vi ninguem com cara de 100% satisfeito.


Outra crítica que faço é a respeito dos preços, muito caros! Pagava-se R$7,00 por pessoa, fui com minha noiva então pagamos juntos R$14,00 para entrar... lá dentro consumimos 1 tempurá de R$9,00, 1 udon de R$9,00 reais, 1 hot-hall R$9,00 e 2 refrigerantes de R$2,00 cada. Total da conta... R$50,00 dado que tive q pagar R$5,00 para os donos da rua, os guardadores de carro... mas isso já é outra história.


Acontece que R$50,00 não é preço de festival! Por R$50,00 eu levaria minha noiva a um bom rodízio de comida Japonesa, ficaria sentado e não de pé (pois não tinha lugar p/ sentar vago lá) não pegaria filas intermináveis para cada prato, não ficaria suando pois estaria no ar-condicionado e também não estaria em um lugar desagradável de tão lotado!


Resultado, em relação ao ano passado o evento foi pior! Sugiro a organização rever muita coisa, pois na ABB teria sido muito melhor ou quem sabe até no parque de exposições q é um espaço maior ou no Wet'nWild ou em qualquer lugar amplo! Além disso rever os preços tb seria adequado!

quarta-feira, agosto 22, 2007

Aquarela da minha vida!


Ouvi uma música hoje pela manhã... guardei ela comigo até a hora de posta-la aqui... muito bom... e tudo a ver!

Aquarela (Toquinho)
Numa folha qualquer eu desenho um sol amarelo.
E com cinco ou seis retas é fácil fazer um castelo.
Corro o lápis em torno da mão e me dou uma luva.
E se faço chover, com dois riscos tenho um guarda-chuva.
Se um pinguinho de tinta cai num pedacinho azul do papel.

Num instante imagino uma linda gaivota a voar no céu.
Vai voando, contornando a imensa curva norte e sul, vou com ela viajando Havaí, Pequim ou Stambul.
Pinto um barco a vela branco navegando é tanto céu e mar num beijo azul.

Entre as nuvens vem surgindo um lindo avião rosa e grenar.
Tudo em volta colorindo com suas luzes a piscar.
Basta imaginar e ele está partindo, sereno e lindo.
E se a gente quiser...... ele vai pousar.

Numa folha qualquer eu desenho um navio de partida.
Com alguns bons amigos, bebendo de bem com a vida.
Giro um simples compasso e num círculo eu faço o mundo.
Um menino caminha e caminhando chega no muro.

E alí logo em frente a esperar pela gente o futuro está.
E o futuro é uma astronave que tentamos pilotar.
Não tem tempo nem piedade, nem tem hora de chegar.
Sem pedir licença muda nossa vida e depois convida a rir ou chorar.
Nessa estrada não nos cabe conhecer ou ver o que virá.
O fim dela ninguém sabe bem ao certo onde vai dar.

Vamos todos numa linda passarela de uma aquarela que um dia em fim...Descolorirá....
Numa folha qualquer eu desenho um sol amarelo (que descolorirá).
E com cinco ou seis retas é fácil fazer um castelo (que descolorirá).
Giro um simples compasso e num círculo eu faço o mundo (que descolorirá).